
Com duas advogadas. Enxuto no time, preciso na operação.
O problema não era trabalhar muito. O problema era que o escritório dependia de mim até quando eu não estava lá.
Cliente pedindo, equipe avisando, tudo solto na conversa.
Solicitação, contrato, anexo sem explicação.
O que foi anotado na reunião e no telefone.
O lugar mais perigoso de todos. Quanto mais coisa ficava ali, mais o escritório dependia da presença dela.
Os relatórios semanais viraram quinzenais. Depois mensais. Depois pararam. E tinha dia que o trabalho de verdade só começava às duas da tarde.

Informação que depende de memória não é processo. É esperança.
Quando você começa pela ferramenta, acaba procurando uma dor que justifique a existência dela.
Encurtar a distância entre a informação e a decisão.
Agentes de IA conectados ao Projuris ADV, o sistema que o escritório já usava. Nada de plataforma nova: a Melina conversa, decide e os agentes executam e registram.
A IA opera, a sócia decide
A informação nasce onde eu estou
A Melina decide, a tecnologia executa
A meta para os próximos meses: de cada 300 andamentos novos, a IA trata 280 sozinha. A advogada olha só os 20 que realmente pedem uma pessoa.
Escalar não é trabalhar mais rápido. É fazer menos coisas dependerem de você.
Faça o diagnóstico de IA da FACIAM. É uma conversa rápida sobre a rotina do seu escritório, e você sai sabendo: